A Enel Distribuição São Paulo deu início dia 18 de novembro ao chamado Plano Verão 2020/21, um programa que visa agilizar o restabelecimento do fornecimento de energia aos clientes nesta época do ano, quando há um maior número de ocorrências do tipo. Para suportar seu plano de operação, a distribuidora afirma contar com recente aumento do nível de automação da sua rede elétrica.
De 2019 para 2020, a concessionária afirma ter aumentado em 32% o parque de automação da rede elétrica, nos 24 municípios da área de concessão, totalizando até o fim do ano 19,9 mil equipamentos instalados, contra 15 mil itens em 2019.
Até o fim de 2020, a concessionária terá instalado mais de 4,8 mil equipamentos telecomandados em toda a área de concessão, como os religadores e as chaves automáticas, que permitem ao Centro de Operações restabelecer o fornecimento de energia remotamente. Além disso, também contarão com religadores monopolares, que têm por objetivo evitar desligamentos por eventos transitórios. A companhia tem 3409 mil sistemas de self-healing, que retomam o fornecimento sozinhos automaticamente.
Para a Enel, o investimento em automação é uma ferramenta adicional para facilitar o trabalho das equipes de campo, que assim podem se concentrar nas ocorrências mais complexas, como queda de árvores ou objetos na rede elétrica, que exigem a reconstrução de todo o sistema elétrico local pelos eletricistas da empresa.
No período de chuvas, a concessionária pode ampliar em até 426% o número de profissionais trabalhando. Outro ponto importante para o plano é contar com processo estruturado de categorização das ocorrências, cuja escala de prioridade aumenta conforme o número de clientes sem energia. Para isso, a distribuidora tem investido em treinamento e capacitação dos técnicos para atender emergências.
A preparação para atendimento dos consumidores durante o verão contempla uma série de ações de manutenção preventiva nos meses anteriores à época de chuvas. Apenas este ano, a companhia investiu R$ 39,7 milhões em 300 mil ações de podas de árvores na área de concessão. Só a cidade de São Paulo já foi objeto de 100 mil podas até setembro.
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