O mercado livre de energia cresceu 19% em 2022 até janeiro deste ano, com 4957 novas unidades consumidoras que migraram no período, segundo levantamento da Abraceel - Associação Brasileira das Comercializadoras de Energia. Com o desempenho do período, o Ambiente de Contratação Livre de Energia (ACL) passou a ter 31.686 unidades consumidoras, agrupadas em 11.149 consumidores.

Mesmo com o crescimento, o total de consumidores livres ainda representa apenas 0,03% das 89 milhões de unidades consumidoras de energia registradas no Brasil. Em sua maioria, são grandes e médios consumidores industriais e de serviços que se beneficiam dos preços mais baixos para a compra de energia.

Segundo a Abraceel, em fevereiro de 2023, o custo da energia elétrica, um dos componentes da tarifa elétrica, foi de R$ 279/MWh no mercado regulado e de R$ 106/MWh do mercado livre, uma diferença de 62%.

Além disso, o mercado livre hoje está consolidado como indutor das energias renováveis, já que os principais projetos eólicos e solares são para atender demandas do ACL. O ambiente absorveu 52% da geração de energia consolidada de fontes renováveis incentivadas (eólica, solar, PCH e biomassa), aumento de 38% nos últimos doze meses.



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