Com sede na Alemanha e subsidiária em São Paulo (SP), a Deutsche Leasing do Brasil anunciou que recebeu o aval do Banco Central no fim do primeiro semestre deste ano, e que agora passa a operar como banco múltiplo oferecendo mais opções para financiamento de máquinas e equipamentos para diversos setores da indústria, a fim de apoiar os negócios em seus investimentos a longo prazo.
O investimento em maquinário é uma dificuldade para empreendedores em busca de ampliação da capacidade industrial, principalmente devido às suas especificidades e custo elevado. Por isso, segundo o banco, é fundamental que essas empresas tenham o suporte de um agente financeiro para garantir a viabilidade dos negócios.
De acordo com a companhia, o projeto teve início em 2018 e contou com um aporte de capital de R$ 13 milhões. Em julho deste ano, foi feito um novo aporte de R$ 12 milhões para garantir a operação da empresa, a qual faz parte do grupo Sparkassen-Finanzgruppe, que é especialista na oferta de soluções financeiras, arrendamento e serviços relacionados a ativos ou bens de capital, sejam eles estacionários ou móveis.
Após entender o potencial do mercado brasileiro, a empresa pretende tornar-se parceira dos empreendedores. “Agora, podemos ampliar nossa operação com a oferta de financiamento de curto e longo prazo para aquisição de bens e serviços de clientes que estejam adquirindo produtos dos fabricantes parceiros”, explica Daniel Coimbra, diretor vice-presidente do Banco Deutsche Leasing.
Atualmente, a empresa conta com clientes nos segmentos de construção civil, indústria de plásticos, embalagens, equipamentos para o setor de saúde e também o setor de tornos. Entre alguns dos parceiros globais estão Krones, Bystronic, Krauss-Maffei, Sumitomo Demag e Engel, entre outros.
Segundo Matheus Gera, diretor-presidente do Banco Deutsche Leasing, o objetivo é “expandir a oferta dos nossos produtos financeiros, principalmente para as pequenas e médias empresas. Nosso propósito inclui o estabelecimento de parcerias estratégicas com foco nos investimentos produtivos e desenvolvimento tecnológico das operações de nossos clientes no Brasil”.
Como banco múltiplo, a ideia é ampliar a atuação nos mercados de agronegócio e transportes. De acordo com a companhia, estima-se um potencial de negócios no Brasil entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões anuais para os primeiros anos de operação como banco. “Na prática, queremos agregar valor ao mercado brasileiro de bens de produção. Desta forma, acreditamos que vamos contribuir com o desenvolvimento da economia brasileira e ser um provedor financeiro para viabilizar as vendas de nossos fabricantes parceiros”, concluiu Gera.
(Foto: Freepik)
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