Empresas de variados segmentos, como redes varejistas, times de futebol, operadores logísticos, farmácias, supermercados e até artistas populares estão encontrando no mercado de telefonia móvel uma nova oportunidade de negócio. E a Surf Telecom se tornou a quarta maior operadora de telefonia móvel do Brasil ao permitir que grandes marcas ofereçam serviços de voz e dados adaptados às necessidades de seus próprios clientes.

A Surf Telecom, com capital 100% brasileiro, atua com MVNOs - Operadoras Móveis Virtuais para marcas não ligadas ao setor. “O nosso posicionamento é facilitar a vida das marcas que queiram entrar nesse mercado”, afirma Davi Fraga, sócio e CMO da Surf Telecom. “Conversamos com elas e desenvolvemos um produto sob medida para cada um dos nossos parceiros, com muito mais agilidade”, informa.

O modelo B2B2C, em que o foco são empresas que querem ampliar o portfólio de produtos aos clientes, permite uma expansão mais eficiente e com menos custo de aquisição.

A Surf Telecom já ultrapassou os 2 milhões de usuários finais em todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Tem, atualmente, cerca de 30% do market share de MVNO e cerca de 2% de todo o mercado de telefonia do Brasil. A expectativa é chegar a 10% desse universo entre três e cinco anos.

Além do crescimento no Brasil, a Surf Telecom iniciou em 2024 a operação com uma marca própria nos Estados Unidos. Após quase um ano no atendimento exclusivo ao cliente final, a Surf USA Mobile agora também atua como habilitadora de MVNOs no mercado americano, um dos mais expressivos do planeta.

“Os Estados Unidos têm um dos maiores mercados de telefonia virtual do mundo, com cerca de 20% dos clientes nesse perfil de operadoras. Decidimos começar no atendimento ao cliente final para entender as particularidades locais e, a partir disso, iniciamos a replicação nosso modelo de parceria por lá também, com todo o desenvolvimento e implementação feito por nossa equipe no Brasil”, explica Fraga.

Com a consolidação da operação norte-americana, a Surf estuda direcionar esforços para os países vizinhos do Brasil. “Olhamos bastante para a América Latina. Se algum parceiro quiser atuar em um mercado no qual ainda não estamos, vamos juntos viabilizar a operação. A internacionalização pode acontecer por meio das próprias marcas parceiras”, completa.



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