O grupo privado de educação Ser Educacional começou a contabilizar os ganhos obtidos com a entrada em operação dia 15 de fevereiro de miniusina solar fotovoltaica de 1,2 MWp, cuja geração distribuída está gerando créditos para compensação de 12 unidades do Centro Universitário Uninassau, em Pernambuco, pertencente ao grupo.
Em pouco mais de dois meses, a usina solar, que consumiu investimentos de R$ 4,5 milhões, gerou 318,6 MWh, o que trouxe o benefício de reduzir a emissão de 316,63 toneladas de CO2. Segundo a Ser Educacional, a geração vai suprir todas as unidades consumidoras de baixa tensão localizadas em Pernambuco, além de algumas em alta tensão que ainda não migraram para o mercado livre. A expectativa é de economia total de 88% em comparação aos gastos anteriores quando não havia a autogeração. O retorno sobre o investimento deve se dar em menos de três anos.
A usina foi construída dentro do complexo da Uninassau Caruaru, em Pernambuco. A estrutura é formada por 2.212 módulos solares fotovoltaicos bifaciais da WEG e nove inversores. Sua potência instalada de 1,2 MWp deve gerar cerca de 2,3 GWh de energia ao ano. Somente em março, mês mais chuvoso no agreste pernambucano, a usina produziu energia equivalente a 50% do consumo das unidades atendidas em março de 2019.
Com intenção de expandir o projeto solar para Barreiras, na Bahia, e em Juazeiro, no Ceará, onde a Ser Educacional também atua, a usina de Caruaru gera créditos para as unidades de Trianon, Caxangá, Paulista bloco A, Paulista bloco B, Carpina, Cabo Bloco A, Cabo Bloco B, Petrolina, Casa 40 Graças, Reitoria Graças, Bloco K Graças e Funeso, todas em Pernambuco.
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